Como não amar Timelapse? É incrível e eu sou super viciada, sempre fico vendo e babando. Queria muito fazer um também, mas para isso, quero investir numa câmera melhor. E também aceito uma Canon 5D Mark II de presente! hehehe
Separei um vídeo muito legal para mostrar aqui no blog, um dos timelapses que eu mais gosto (tem muito mais). Foi feito pelo Project Yosemite lá no Yosemite National Park, nos Estados Unidos.
Sou uma pessoa que não é muito fã dos Estados Unidos, não tenho essa vontade enorme de conhecer o país como a maioria das pessoas. Mas, a vontade que eu tenho quando se fala na terra do Tio Sam, é o estado da Califórnia, Alaska, Nevada e Arizona (por causa do Grand Canyon e de Las Vegas). E quase estava me esquecendo do Yellowstone National Park, no estado de Wyoming. O restante não é muito do meu interesse, mas se caso tiver uma oportunidade de ir, são esses lugares que vou priorizar.
Agora, voltando a falar do Yosemite National Park, localizado na Califórnia.
Não precisa explicar o motivo de querer conhecer esse lugar, né? Sem palavras, é muito lindo. Desde seus bosques, cascatas, vales etc.. Fico imaginando como deve ser legal acampar lá e receber visitas de ursos, por exemplo. haha Pode acontecer! O Parque é muito grande e tem muita coisa linda pra conhecer.
O vídeo tem quase 4 minutos e mostra (em timelapse) um pouquinho desse paraíso.
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A loucura da cidade grande em New York ou as paisagens de tirar o fôlego do Yosemite National Park?
Finalmente, um post com mais detalhes da minha ruivice. Estou pra completar quase 3 anos com essa cor de cabelo e vou falar um pouquinho sobre as tintas que eu já usei nessa jornada.
Meu cabelo natural é um castanho claro com alguns fios loiros, não precisei descolorir, só o ox da tintura já foi o suficiente pra cor pegar bem logo de primeira. Sempre fiz tudo em casa mesmo, pesquisei um bom tempo em blogs, comunidades no 'falecido' Orkut e etc. Aí comprei a tinta, tomei coragem e fiz tudo com a ajuda da minha mãe. Nunca tive muita paciência pra ir ao salão quando o assunto é tingir, eles falam que não vão conseguir ou te dizem umas mil misturas pra fazer, sendo que sozinha com algumas pesquisas, consigo deixar na tonalidade que eles não conseguem (com uma única tinta!)... Enfim, vamos as tintas!
Itely 8T
Foi a primeira tintura que usei (com ox 40). Ela é muita boa e fica uma cor linda! No começo meu cabelo desbotava muito rápido, coisa de 2 semanas ou menos, mas com o tempo fixou melhor a cor e durava um pouquinho mais. Antes de testa-la, fui alertada de que era uma tinta que desbota muito rápido.. E realmente é, esse era o ponto negativo dela. Também não rendia muito, nessa época meu cabelo era um pouco menor, então 1 tubo no começo dava no limite, depois de alguns meses já tive que passar a usar 2. Outra coisa ruim é que era super chato de acha-la, sempre estava em falta.
Ao desbotar, ficava um tom de ruivo-loiro-dourado.
Mais algumas fotos de outras aplicações com a Itely (com variações de luz e lavagens), usei ela no meu primeiro ano de ruivice.
Alfaparf 8.4
A segunda tintura que usei (com ox 40) e também foi minha favorita. Tanto como a cor ficava na primeira aplicação e quando ia desbotando também. Como a Itely ficava cada vez mas difícil de achar, tive que pesquisar uma segunda opção para usar quando não encontrasse a outra, e no fim, quando encontrava as duas, optava sempre pela Alfaparf, gostei muito mesmo. Ela rendia mais e demorava mais para desbotar em comparação com a outra.
A cor dela fica um pouco mais forte, mas na medida certa. No começo estranhei um pouco, já que 'escureceu' levemente. Fiquei usando no meu segundo ano de ruivice e foi a que usei por mais tempo. Mas, como 'felicidade de pobre dura pouco'....Não pude usar só essa, a Alfaparf tirou essa tinta do catalogo brasileiro. Chegou uma hora que estava impossível achá-la, liguei para a empresa e fui informada de que eles não venderiam mais ela por aqui, fiquei muito chateada. Aí, tive que pesquisar outra opção de tinta, já que não podia contar só com a Itely.
Eu gostava da cor desbotada, era um ruivo-dourado.
Mais algumas fotos (com variações de luz e lavagens).
Igora 7.7
Na terceira tinta, comecei a usar de modo diferente (com ox 30). Não só diminui a numeração do ox, também comecei passar a tinta junto com creme, comprava 1 tubo da tinta e completava o resto com alguma máscara de tratamento.Como vocês podem perceber, passei praticamente mais de 2 anos usando ox 40, uma tremenda burrada da minha parte. Esse ox 40 é mais nas primeiras aplicações pro teu cabelo abrir melhor pra cor, meu cabelo não tinha mais necessidade de usar um ox alto, eu poderia muito bem ter usado o 30 ou até o 20 muito antes. Mas, só fui mudar isso quando meu cabelo já estava completamente detonado e pedindo socorro.
No começo eu fiquei com medo de passar a Igora, pela numeração ser mais escura (ir do 8 para o 7), tinha receio de ficar muito vermelho. Mas, a numeração dessa marca, tem quase a mesma tonalidade que a outra da Alfaparf por exemplo. Não é tão tão mais escura assim. Então, é sempre bom verificar a numeração porque as vezes muda de marca pra marca. De primeira ela fica com uma cor bem forte, até levemente mais 'avermelhada', mas é pouca coisa, já na segunda lavagem ela sai.
Fiquei muito satisfeita com ela (é também um pouco mais fácil de achar), a cor dura muito tempo e é bem bonita também. E quando desbota, continua uma cor legal, pelo menos eu gosto.
Mais algumas fotos (com variações de luz e lavagens). Da Igora não tenho umas fotos melhores, foi a mais recente que usei.
E atualmente, faz 5 meses que não retoco a cor. Por motivos de ter detonado meu cabelo com ox 40 e tingir o cabelo com uma certa frequência também desnecessária, meu cabelo ficou muito fraco, cortei ele umas duas vezes já e estou dando esse tempo. Mesmo fazendo várias hidratações pra recuperar a saúde dos fios, ele ainda caia muito.... Não tive outra escolha, parei de pintar e me dediquei somente a tratar dele com mais cuidados.
Agora com essa raiz enorme e o cabelo natural crescendo saudável e bonitinho, confesso que fiquei morrendo de vontade de sair desse mundo das químicas e ficar com meu cabelo natural. Desde meus 12 anos não fico com ele completamente sem química, acho que ele precisa de uma folguinha.
Mas ao mesmo tempo me dói deixar essa cor, sério! Amo demais cabelos ruivos e ficaria assim para sempre, e sei que se eu voltar pra cor natural, vou sentir muita falta. Fico indecisa, como não sei o que fazer, sigo assim sem tingir, só hidratando. Sei que se eu voltar com o natural, também posso voltar a ser ruiva depois. E ficar nesse vai e volta, não sei, vamos ver o que vai acontecer.
Quando eu decidir voltar a tingi-lo, talvez faça de uma maneira diferente. Só use tinta na raiz e no comprimento tento acertar com algum tonalizante, ou só passe o tonalizante em tudo. Talvez passar a tinta só algumas vezes. Não sei, são varias opções que ainda estou estudando, antes de fazer qualquer coisa que eu possa me arrepender depois.
Ta aí a dica meninas, não cometam os mesmos erros que eu, diminua o ox enquanto seu cabelo não está detonado ou não retoque ele com tanta frequência. haha
Na sobrancelha, eu passo a mesma tinta que uso no cabelo, sempre que vou retocar. Tenho preguiça de ficar retocando a sobrancelha depois, já que sai mais rápido.
E o esquema de passar tinta+creme funcionou super bem comigo, a raiz pegava bem, não da mesma forma com só a tinta, mas também ficava bom. Fora que assim o cabelo fica bem mais hidratado. Fica a dica!
Não tenho nenhuma foto legal mais recente, pra mostrar como o meu cabelo está agora. O ruivo está bem desbotado, está um loiro alaranjado. E mesmo assim, ainda tem gente que me pergunta se meu cabelo é natural, não entendo. hahaha
Já falei sobre essa banda aqui no blog ano passado (neste post aqui). Fiquei na expectativa de vê-los ainda no ano passado, mas só agora que eles finalmente vieram fazer show no Brasil.
Perota é tudo que eu já falei e mais um pouco, foi incrível demais poder conhecê-los e sentir pessoalmente toda energia boa que eles transmitem com suas canções. Eu já era apaixonada por eles, agora nem sei dizer o que sinto. São incríveis!
O show foi sábado dia 13/04, no Centro Cultural Rio Verde aqui em São Paulo. Fui com a Michele e chegamos lá cedo, não conhecia esse lugar e gostei bastante, bem bonitinho e gostoso de passar o tempo. Quando estramos no local do show, foi impossível não sorrir, um palco todo enfeitado e muito fofo, bem jeitinho da banda mesmo. Sentamos próximas ao palco, o legal das apresentações deles é esse contato mais aproximado com o público, gostam de tocar bem pertinho da gente e todo mundo de uma forma bem descontraída! Para a surpresa de todos, entraram cantando pelo meio da galera até chegar ao palco. Aí já mostraram o diferencial, nunca presenciei um show tão 'aconchegante' no sentido dessa aproximação artista e público. O resto da apresentação? Só suspiros... Foi lindo demais! A forma natural de como eles cantam e tocam, o amor pela música e o jeito como transmitem isso é incrível. Um show cheio de talentos, muitas risadas e simpatia dos integrantes da banda que conversaram a todo momento com o público, teve distribuição de bananas também! haha
Fiquei impressionada com as vozes da Lola e da Julia, principalmente a Julia que está grávida de quase 7 meses (eu acho) e mesmo assim estava lá com o maior fôlego e alegria.
Falaram bastante em português ou 'portunhol', o Martin, percussionista da banda é natural de São Paulo. Mas desde sua adolescência mora na Argentina, como disse a Julia no segundo show 'esse aí é mais argentino que doce de leite'. haha
Passou super rápido e terminou com gostinho de 'quero mais', tocaram suas principais músicas (mas faltou a minha favorita - El tiempo está después), teve músicas típicas do Peru, Venezuela, Argentina e também, como presente para o público brasileiro, teve a versão da música 'Life on Mars' do David Bowie na sua versão brasileira (que é do artista Seu Jorge). Para encerrar e combinar com o sábado chuvoso, teve a música Oh Chuva! Muuuito bom.
Quando terminou conseguimos conversar com os integrantes (menos a Lola que sumiu), conversei mais com o Martin e o Diego, são bem simpáticos! Falamos um pouquinho com a Julia, mas estava todo mundo querendo falar com ela também. É incrível isso, você passa um tempo vendo vídeos, fotos sobre alguns artistas e aí, você tem a oportunidade de conhecê-los pessoalmente, pessoas que você admira bastante.
E o Martin me contou que eles queriam fazer mais uma apresentação em São Paulo, mas estavam com problemas para achar vaga, a casa já estava com agenda lotada e não sabiam de outro lugar. Fiquei na expectativa de vê-los mais uma vez, e dois dias antes, anunciaram o show extra.
E assim, nesta quarta (17/04) tive a minha segunda dose de Perota Chingo. Dessa vez com o Alê, o culpado de tudo isso, foi quem me apresentou a banda. Estava morrendo de dor de garganta, uma gripe forte dando sinais de que estava se aproximando, mas mesmo assim não perdi essa oportunidade. Não sei quando terei outra, já que a Julia vai ter o bebê muito em breve, ficarão um tempo sem fazer shows por aí.
O segundo show foi tão incrível quanto o primeiro, dessa vez sentei em um lugar melhor e pude tirar melhores fotos também. Como o público era menor que o anterior, elas apresentaram uma música ali do nosso ladinho, desceram do palco e se misturaram com todos que estavam presentes, nos encantando mais ainda com aquela força de suas vozes. Teve um outro momento mais marcante também que o show anterior, quando a Julia levanta, fica bem na pontinha do palco e com um instrumento típico (é um tambor, só não sei explicar bem direito), começa a cantar uma música tradicional do norte argentino, ela explicou que são as mulheres que trabalham no campo que a cantam. Foi de arrepiar e chorar! Queria muito ter gravado aquele momento, a força na voz dela com certeza tocou todos os corações, foi um dos momentos mais lindos que presenciei na vida.
São artistas que fico muito feliz e me sinto muito sortuda por conhecer, e também poder ter ido ao show. Gente com tanto talento e amor pela música como eles não se encontra tão fácil por aí. Depois, fica até difícil ouvir essas músicas tão 'industrializadas' e sem sentimentos. E claro, deixam aquela tranquilidade e paz.
Não tenho costume de fotografar shows e nunca fico satisfeita com o resultado, mas aqui estão algumas fotos que eu gostei mais (a maioria do segundo show).
Depois de passarem duas semanas só em praias, Martin ainda estava no estilo. Eu todo horrorosa e boba pelo momento. E o Diego com esse sorriso lindo que só ele sabe ter, aiaia esse uruguayo.
E uma foto do Pocho (considerado o quinto integrante da banda, ele que faz todos os registros de fotos e vídeos oficiais)
Estamos aí sentadinhas no canto esquerdo da foto.
Gravei alguns vídeos do primeiro show, mas ainda não fiz upload em nenhum lugar. Acredito que no final de semana eu consiga e depois vou editar esse post colocando os vídeos.
Mas, fiquem com esse vídeo que a Michele fez da entrada no primeiro show.
E pra quem quiser ver, o vídeo da versão da música Life on Mars. Gravada em Trindade no RJ.
Agora eles seguem para Curitiba, Blumenau, Porto Alegre e Pelotas. Quem for dessas cidades e tiver oportunidade de ir, vááá! É muito bom e vocês não irão se arrepender.
Alguma vez na sua vida você já se questionou sobre o que é um lar? Ou já sentiu que o lugar que você mora não lhe proporciona esse sentimento e você não se sente completo(a)?
Nos últimos 10 anos tenho me perguntado isso sempre, nasci e morei minha vida inteira em São Paulo. Eu tenho um caso de amor e ódio por essa cidade, apesar de todos os problemas e dificuldades, não nego que é um lugar incrível. Mas eu, Taís, não me sinto em casa aqui. Toda vez que volto de uma viagem me sinto mais fora do contexto, é como se aos poucos, vou deixando de pertencer ao local que vivi minha vida inteira. Tenho pessoas muitas queridas e que eu amo muito aqui, minha família e meus poucos amigos. E mesmo assim, ainda falta algo.
Essa agitação toda de uma cidade tão gigante como São Paulo, é 'legal' até certo ponto. Você encontra de tudo sempre, a variedade de coisas e pessoas é imensa. Aqui é o lar das mais variadas culturas, tem gente do Brasil e do mundo todo. A cidade perde um pouco da sua 'identidade', mas o que faz essa cidade ser tão impressionante, é exatamente essa mistura louca. É uma selva de pedras, tem beleza sim, mesmo que passe despercebida pelos olhos apressados dos paulistanos e de todo mundo que veio tentar uma vida aqui.
Existe sim amor, mesmo que meio tímido, a cidade é cheia de lugares bacanas e cantinhos para nos refugiarmos. Mas sei lá, é tudo tão 'vazio' ao mesmo tempo, é tanta poluição, transito, pessoas mal educadas, 'nada funciona', tudo muito caro, caos, violência e tantas coisas mais.
Sou uma pessoa mais da natureza, gosto de lugares mais calmos e com mais qualidade de vida. Queria poder sair e ir respirar um pouco de ar puro, ter um contato mais intenso com a natureza bem pertinho de mim e não demorar mais que 1 hora pra chegar em lugares próximos.
Não sou dessas que só reclama e não está vendo o lado bom das coisas, eu vejo, acreditem! Mas, está mais que na hora de sair por aí em busca do meu verdadeiro lar, um lugar que eu me sinta realmente completa, que eu tenha prazer em viver ali.
Nascemos em um lugar, mas nosso coração pode pertencer a outro. Acho que todo mundo tem o direito de ir buscar a sua felicidade e encontrar um lugar pra realmente chamar de lar.
A Eveline, uma gaúcha apaixonada pelo Alaska, também se sente assim. E lá foi ela realizar um sonho e descobriu que o Alaska, é o lugar que ela se sente realmente em casa, e é ali que ela quer viver. E assim, surgiu o projeto 'Where is home?'
Quando eu assisti me senti realmente tocada por aquilo, já que também me questiono sobre meu lar.
Assistam:
E vocês, já se sentiram assim? Já encontraram ou vivem em um lugar que você realmente chama de lar?
"But I quite never grasped the concept of home, or exactly where mine was supposed to be."